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segunda-feira, 26 de setembro de 2016




O caderno indiano

Há dias, numa "feira medieval", encontrei este caderno de que logo gostei. A vendedora disse-me que era feito na Índia e o papel é de algodão... na verdade o papel não é lá grande coisa mas vou-me adaptando a ele aos poucos e espero partilhar aqui convosco os desenhos com que o vou preenchendo. Vamos ver no que dá.

















A capa é de couro vermelho e o papel é de algodão, diz a vendedora...




Estes três primeiros desenhos foram feitos sem grandes preocupações, mais para testar o papel, durante uma visita ao Palácio de Belém.
Este primeiro enquanto decorria uma apresentação de alguns escritores de expressão lusófona na sequência de uma pequena feira do livro, promovida pelo Presidente da República.
Os patos do Jardim Tropical, antigo Jardim do Ultramar, que tem ligação com os jardins do Palácio de Belém.















"Melaleuca lanceolata", pormenor.

































Um aspecto do Jardim Tropical com uma grande "Melaleuca lanceolata" que me captou a atenção dado a sua grande dimensão. 
































Depois da pesca na Praia da Bela Vista.































Pôr do Sol no bar Casa Da Praia, Praia da Bela Vista.






























As miúdas da Praia da Bela Vista...






























Uma vista da Serra de Sintra e a margem esquerda do Tejo.






























Para os lados da Fonte da Telha e Cabo Espichel...




















Cabo Espichel, pormenor.




 Praia da Bela Vista.





Este papel não foi feito para aguarela, a primeira experiência foi um fracasso, repassou para cerca das três folhas seguintes. 
Tenho que pensar em usar um outro tipo de material para colorir.









































Na Bela Vista...




Pormenor. Aqui usei os lápis de côr mas sem grandes resultados. Estou a pensar experimentar o pastel seco, penso que será o mais adequado.








































 Um pequeno pormenor da Arriba Fóssil, frente á Praia da Bela Vista. A caneta de gel, côr sépia, continua a ser a minha preferida e talvez a mais adequada a este tipo de papel do tipo "papel manteiga" mas para pior...

































Conforme já comentei, hoje experimentei fazer um desenho pintado a pastel aqui no "Caderno Indiano"...



































... mas o resultado não foi lá muito animador, acho que o melhor será continuar com a caneta de gel...

































Raiz de cana, hoje naPraia da Bela Vista.






sexta-feira, 5 de agosto de 2016


Entre Pavia e Arraiolos...  

                                           Alentejo, com muito calor.

















A anta de Pavia transformada em capela, dedicada a S. Diniz.









































Lançamento do livro, "Pavia meu Encanto" de Custódia Casanova.
































Há muito tempo que desejava desenhar esta anta que sempre me intrigou e consegui então agora, concretizar esse desejo.
































Arraiolos tem agora um grande tapete na sua sala de visitas, este feito pelos mestres calceteiros, que homenageiam assim duas artes populares das nossas gentes.
































Praça do Município, no calor ameno da manhã.































Em Arraiolos o azul do céu é igual ao azul das casas... Antiga prisão, agora tribunal da comarca de Arraiolos.









































Porta ogival da capela do antigo Hospital do Espírito Santo, séc. XVI.
































Em Arraiolos também há andorinhas... 
































Casa dos Arcos, realizado já no final da tarde, com menos calor. 

































Conjunto de acentuado pitoresco e o mais curioso da arquitectura civil. Está situada na rua com o mesmo nome (Rua dos Arcos). O corpo mais antigo, que a tradição afirma ter sido residência dos Comendadores de Arraiolos – Condes de Vimioso – é do século XVI e talvez do reinado de D. João III. 
(Texto retirado do blog Arraiolos Branquinha)
































Pela tardinha bordam-se tapetes, aproveitando o fresco.
































No Museu do Tapete, ensina-se a arte de os fazer bem.
































Dentro das casas escondem-se artes agora ignoradas.